p6p17p326p347 “Heroína. Lisboa como Território Psicotrópico nos Anos Noventa” O Instituto da Droga e da Toxicodependência e o Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa têm a honra de convidar V. Exa. para a sessão de lançamento do livro de Luís Almeida Vasconcelos. CONVITE

O Instituto da Droga e da Toxicodependência e o Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa têm a honra de convidar V. Exa. para a sessão de lançamento do livro “Heroína. Lisboa como Território Psicotrópico nos Anos Noventa”, de Luís Almeida Vasconcelos.

A apresentação da obra será feita por João de Pina Cabral e terá lugar no Auditório do novo edifício do ICS – Av. Aníbal de Bettencourt, 9, em Lisboa, no dia 12 de Novembro, pelas 18 horas.

“Heroína. Lisboa como Território Psicotrópico nos Anos Noventa”

Luís Almeida Vasconcelos é o autor do livro “Heroína. Lisboa como Território Psicotrópico nos Anos Noventa”, obra que visa um estudo sobre o comportamento de três Homens e três Mulheres que tiveram o primeiro contacto com Heroína aos 15 anos.

Antropólogo de formação, Luís Vasconcelos desenvolveu todos estes estudos enquanto técnico do Instituto da Droga e da Toxicodependência e Investigador Associado do ICS – Universidade de Lisboa. Com este trabalho agora editado, Luís Almeida Vasconcelos defendeu a sua tese de Mestrado em Antropologia em Janeiro último.

Dos muitos textos já publicados do autor salientamos “Heroína e Agência: Itinerários de uso da Droga na Lisboa dos Anos Noventa”, “Uma aproximação ao Morgadio no Minho: Estudo de caso num novo contexto Rural”, “Falares Entretecidos”, entre outros.

Nesta nova obra o autor entrevistou os seis elementos em Centros de Apoio à Toxicodependência de Lisboa. Cinco destes doentes estavam já em processo de acompanhamento e apenas um elemento chegara nesse dia ao CAT.

Em comum tinham o facto de serem consumidores de Heroína apesar de terem percursos diferentes. Também em comum tinham o facto de assumirem estar doentes e quererem abandonarem o consumo.

O Antropólogo acompanhou diariamente os doentes, acompanhou-os a casa, fez refeições com eles e muitas reuniões/conversas. Para este trabalho foi fundamental perceber o seu ponto de vista, o seu discurso, razão pela qual foram necessárias muitas horas de trabalho em conjunto.

As declarações dos doentes são o resultado de uma relação de confiança que se foi construindo ao longo do tempo. Como é óbvio houve alturas em que algumas verdades foram alteradas mas a contradição foi um ponto de partida para a verdade.

Luís Almeida Vasconcelos escolheu este tema porque enquanto Antropólogo tinha como objectivo quase “obrigação” dissecar toda esta área.
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